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Voluntários do sertão

Posted by valeriatafuri em junho 1, 2011

FAZER O BEM, SEM VER A QUEM

Valéria Tafuri

Para atender direito: importante saber o que cada um precisa. (Foto: Douglas Intrabartolo/Divulgação)

Papai Noel existe e há muitas maneiras de se transformar em um. Implantado em 2000 pelo empresário Doriedson Pereira,  o projeto Voluntários do Sertão, iniciou sua história distribuindo “brinquedos” e cestas básicas, em Condeúba e cidades vizinhas, no sertão da Bahia. Contrariando quem diz que tudo que é bom dura pouco, lá se vão mais de 10 anos de muitas estradas e muitas entregas. Atualmente o programa realiza atendimento médico, odontológico, pequenas cirurgias, palestras, e distribui Kits de saúde e higiene pessoal. Em 2009 foram atendidas mais de 19 mil pessoas em várias especialidades médicas e odontológicas. Os voluntários estão silenciosamente mudando a vida de milhares de pessoas carentes. Seu objetivo é promover assistência social, saúde, segurança alimentar, nutricional e promover o voluntariado com acompanhamento dos indicadores de transformação social. A ação é anual e a equipe de voluntários é composta por médicos de várias especialidades, dentistas, enfermeiros, psicólogos, pilotos, palestrantes, cozinheiros, motoristas, auxiliares administrativos e populares de boa vontade, liderados por especialistas das respectivas áreas.

 A caravana  é composta por caminhões, aviões, e vans que cortam o país e realizam uma maratona de atendimentos que duram uma semana e resultam na maior ação de saúde e cidadania do interior da Bahia.
Para ampliar a atuação, em 2008 a  Organização Voluntários do Sertão implantou o Programa de Capacitação e Geração de Renda, distribuindo kits de irrigação familiar, sementes de hortaliças, bandejas e substratos, além de capacitar os sertanejos. Cada kit de irrigação beneficia diretamente 30 famílias com produção de alimentos para subsistência e o excedente é transformado em renda. Através de parcerias com empresários socialmente responsáveis, atualmente o projeto conta com 58 núcleos de Hortas Comunitárias que beneficiam 1.740 famílias em 13 municípios.

Mais de 66.000 pessoas atendidas em 10 anos.( Foto: Ana Trindade/Divulgação)

Em 10 anos de projeto contamos com aproximadamente 2.200 voluntários e mais de 66.000 pessoas atendidas.

 Visando a geração de emprego e renda para a população carente, os Voluntários do Sertão  em junho de 2008 o Programa de Capacitação e Geração de Renda, com a distribuição de kits de irrigação familiar, sementes de hortaliças, bandejas e substratos, além de capacitar os sertanejos e formar multiplicadores.
Cada kit de irrigação favorece diretamente 30 famílias com produção de alimentos para subsistência, e o excedente é transformado em renda.
Através de parcerias com empresários socialmente responsáveis, atualmente temos 58 núcleos de hortas comunitárias que beneficiam 1740 famílias em 12 municípios. Há muitas definições para “ser voluntário”, mas para Doriedson Pereira, idealizador e voluntário do Projeto, nada substitui o sorriso de quem recebeu uma ação solidária e a alegria no coração de quem agiu solidariamente. Mas ele vai mais longe, segundo Dorinho, como Doriedson é carinhosamente chamado, “ser voluntário é ser cidadão”.

 

 O outro lado da moeda

 O chamado terceiro setor é constituído por organizações sem fins lucrativos e não governamentais, que têm como objetivo gerar serviços de caráter público. Também conhecidos como ONG’s

(Organizações Não Governamentais) ou OSCIPS (Organização da Sociedade Civil ) este setor possui 12 milhões de pessoas, entre gestores, voluntários, doadores e beneficiados de entidades beneficentes, além dos 45 milhões de jovens que vêem como sua missão ajudar o setor. Infelizmente, muitas destas entidades sem fins lucrativos são, na realidade, muito lucrativas ou atendem aos interesses dos próprios donos. Até que ponto então, podemos confiar nas chamadas ONG’s e Oscips? O Promotor de Justiça- MG, Dr. Rolando Carabolante, afirma que “é preciso mais racionalidade e menos emoção na hora de se fazer uma doação” e nos dá algumas dicas de cuidados que devemos tomar ao fazermos uma doação ou nos transformarmos em voluntários:

 - Verifique as melhores entidades do Brasil no site www.melhores.com.br.
- Seja voluntário(a) na entidade por algumas semanas.
- Evite doações por impulso, campanhas e telemarketing das entidades. Você tem que escolher a entidade, e não ser escolhido por elas.
- Para qualquer doação ser eficaz, você precisa acompanhar os resultados. Para estar ligado, peça informes periódicos para a entidade. Dados como o número de pessoas beneficiadas pelo projeto, o que foi concluído e o que ainda falta. -
- Devemos estar conscientes, que fazer caridade não é simplesmente assinar um cheque e entregá-lo a uma entidade beneficente. Para que seu ato seja eficaz, é preciso PARTICIPAR!
- Certifique-se de que a entidade é auditada por uma empresa conhecida e respeitada.
- Doe inicialmente um valor pequeno todo mês e vá aumentando a sua doação na proporção que a sua confiança for aumentando, baseada em “resultados” comprovados.

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